não gosto de vasos de vidro, nem de garrafas inteiras, são como um chamado ao caos, um pedido de quebra e quanto mais me deparo com rupturas irremediáveis mais amo os cacos, as catarses, mosaicos que se colam perfeitamente com a realidade torpe que se apresenta. nada é tão belo quanto observar as pessoas por ângulos diferentes, notar que as inteiras têm tão pouco a oferecer e as despedaçadas são universos passionais divididos entre a dor, a esperança e a fúria.
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